y así es

30 jan

“Siempre he creído que en la vida hay personas que te alimentan, que te quieren y que necesitas de tal manera que cuando los pierdes nadie puede llenar ese vacío.”

- Si tu me dices ven, lo dejo todo. Pero dime ven, Albert Espinosa.

 

que saudade, vovó!

perder-se para se encontrar

29 jan

Eu vivo dizendo que quero viajar, sair daqui, morar fora, ser eu em outro lugar. E acabo ouvindo “não adianta fugir do que está dentro de si”. E não é?

Mas que é preciso se perder pra se encontrar, ah, isso é.

 

“Life is about the people you meet
And the things you create with them
So go out and start creating
Life is short.
Live your dream and share your passion.”

tenho sido afortunada de poder dividir minhas paixões com pessoas incríveis.

uma

8 dez

Às vezes é mais do que eu posso suportar.
E aí desce uma só.
Solitária, sem pressa.
Longa.

Uma lágrima que reúne tanto, mas tanto.

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escrever

4 dez

construir poemas à força
rasgar a folha com versos
impingir às coisas mistérios
então cobri-las de nomes
lutar contra o impulso
morder os dentes e o punho
saltar
linha após linha
até que o poema se dê por exausto

Marcos Prado – Ultralyrics, p. 45

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E hoje,

30 nov

que tava me achando bonita, não te vi!

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as pequenices cotidianas

20 nov

Those little idiosyncrasies that only I knew about. That’s what made her my wife. Boy, and she had the goods on me too. She knew all my little peccadillos. People call these things “imperfections,” but they’re not. That’s the good stuff. And then we get to choose who we let into our weird little worlds. You’re not perfect, sport. And let me save you the suspense. This girl you met, she isn’t perfect either. But the question is whether or not you’re perfect for each other. That’s the whole deal. That’s what intimacy is all about. Now you can know everything in the world, sport, but the only way you’re findin’ out that one is by givin’ it a shot.

Good Will Hunting, 1997.

Good Will Hunting

20 nov

Engraçado como as coisas acontecem, como se desenrolam, como dependem uma das outras, como estão intimamente ligadas. Se eu não conhecesse um menino, nunca assistiria ao filme que um amigo me indicou, tanto tempo atrás.

E aí que é bom mesmo. Surpreendente como Ben Affleck e Matt Damon escreveram esse roteiro incrível que Gus Van Sant dirigiu. Ganharam o Oscar por ele, na época. 1998? Eu tinha 10 anos e sequer sonhava que… nossa.

Mas melhor do que tudo isso, mais interessante do que tudo isso, é como um filme pode falar diretamente a mim. Não a todas as outras pessoas que já o viram, mas a mim. Como se os diálogos tivessem sido escritos para que hoje, 20 de novembro de 2011, eu os ouvisse. Adoro essa identificação que a arte proporciona. Em qualquer forma que seja.
É o que a faz tão especial.


Will : I know what I’m doin’. Yeah. Don’t worry about me. I know what I’m doin’. Yeah, but this girl was, like, you know, beautiful. She’s smart. She’s fun. She’s different from most of the girls I’ve been with.

Sean : So call her up, Romeo.

Will : Why, so I can realize she’s not that smart. That she’s fuckin’ boring? You know, I mean, you don’t– This girl’s, like, fuckin’ perfect right now. I don’t wanna ruin that.

Sean : Maybe you’re perfect right now. Maybe you don’t wanna ruin that. But I think that’s a super philosophy, Will. That way, you can go through your entire life without ever having to really know anybody.

someone like you

29 out

 

Paris e Adele. Duas incrivelmente lindas.

 

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