Às vezes é mais do que eu posso suportar. E aí desce uma só. Solitária, sem pressa. Longa.
Uma lágrima que reúne tanto, mas tanto.
construir poemas à força rasgar a folha com versos impingir às coisas mistérios então cobri-las de nomes lutar contra o impulso morder os dentes e o punho saltar linha após linha até que o poema se dê por exausto
Marcos Prado – Ultralyrics, p. 45
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