Good Will Hunting

20 nov

Engraçado como as coisas acontecem, como se desenrolam, como dependem uma das outras, como estão intimamente ligadas. Se eu não conhecesse um menino, nunca assistiria ao filme que um amigo me indicou, tanto tempo atrás.

E aí que é bom mesmo. Surpreendente como Ben Affleck e Matt Damon escreveram esse roteiro incrível que Gus Van Sant dirigiu. Ganharam o Oscar por ele, na época. 1998? Eu tinha 10 anos e sequer sonhava que… nossa.

Mas melhor do que tudo isso, mais interessante do que tudo isso, é como um filme pode falar diretamente a mim. Não a todas as outras pessoas que já o viram, mas a mim. Como se os diálogos tivessem sido escritos para que hoje, 20 de novembro de 2011, eu os ouvisse. Adoro essa identificação que a arte proporciona. Em qualquer forma que seja.
É o que a faz tão especial.


Will : I know what I’m doin’. Yeah. Don’t worry about me. I know what I’m doin’. Yeah, but this girl was, like, you know, beautiful. She’s smart. She’s fun. She’s different from most of the girls I’ve been with.

Sean : So call her up, Romeo.

Will : Why, so I can realize she’s not that smart. That she’s fuckin’ boring? You know, I mean, you don’t– This girl’s, like, fuckin’ perfect right now. I don’t wanna ruin that.

Sean : Maybe you’re perfect right now. Maybe you don’t wanna ruin that. But I think that’s a super philosophy, Will. That way, you can go through your entire life without ever having to really know anybody.

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