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depois

5 abr

“Eu faço as minhas coisas, você faz as suas. Não estou nesse mundo para viver de acordo com as suas expectativas, e você não está para viver de acordo com as minhas. Você é você. Eu sou eu. E se por acaso nos encontrarmos, vai ser lindo. Se não, não há nada a fazer.”

é bem por aí, mesmo.

I do my thing and you do your thing.
I am not in this world to live up to your expectations,
And you are not in this world to live up to mine.
You are you, and I am I,
and if by chance we find each other, it’s beautiful.
If not, it can’t be helped.
(Fritz Perls, “Gestalt Therapy Verbatim”, 1969)

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escrever

4 dez

construir poemas à força
rasgar a folha com versos
impingir às coisas mistérios
então cobri-las de nomes
lutar contra o impulso
morder os dentes e o punho
saltar
linha após linha
até que o poema se dê por exausto

Marcos Prado – Ultralyrics, p. 45

someone like you

29 out

 

Paris e Adele. Duas incrivelmente lindas.

 

we all need forgiviness

29 out

Can you hear when we call
There where we fall
Standing our backs against the wall
Top of our lungs hallelujah
Where pain and love bleed into one
Baby when all you see is darkness
Coming down now
We all need forgiveness

Mat Kearney

rubens paiva

16 out

A dor é boa para criar. Para criar a alegria não serve para nada.

 

Não poderia ter explicado melhor. Aqui.

 

tantos clichês

10 abr

-Eu queria que alguém me apresentasse um homem e dissesse “toma, vai sem medo.”
-Hahaha. Sonhar não custa nada. Renata, eu só queria que alguém me mostrasse um sapato e dissesse “toma, vai sem medo.”

Homem e sapato. Difícil encontrar um que não machuque.

Né?

To apaixonada pelo blog da Renata, o Tantos Clichês. Eu li até 2009 numa sentada, clicando compulsivamente pra mudar de página e me sentir menos sozinha. Adoro essas identificações logo de cara. Mesmo que eu não a conheça, sinto que conheço – como a gente conhece o autor dum livro de que gosta muito, sabe?

Soneto do Amor Total

16 set

Amo-te tanto, meu amor… não cante
O humano coração com mais verdade..
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

Vinicius de Moraes (Rio, 1951)

– um dos que eu sei de cor.

amor é tumulto sempre.

8 set

Ivana Arruda Leite escreveu vários contos e os romances Alameda Santos e Hotel Novo Mundo. O vídeo acima é a primeira parte de uma entrevista que a  Dani, do Don’t Touch My Moleskine, fez com ela, em parceria com outros profissionais.

Além de super bem produzido, com uma trilha ótima, a mulher é incrível. Fala de amor, do sufoco, da vida, e de como a internet influencia e muda esse nosso mundo que dá tantas voltas…

Destaque pra conversa dela com o Drummond (!), que disse que “poeta tem que ser gente como a gente”, e pro conselho: “sabe quando melhora? quando você deixa de precisar do amor.”

Gosto de ouvir/ler umas verdades, é bom quando falam na lata, sem rodeios: “Amor é tumulto sempre. Mesmo quando é recíproco.” Alameda Santos e Hotel Novo Mundo entraram na minha lista de próximos (que está se tornando interminável).

clichê

21 ago

“Parece que conheço todos os clichês, mas não sei combiná-los de forma crível. Ou talvez essas histórias sejam terríveis e grandiosas justamente porque todos os clichês se entrelaçam de modo inverossímil e ninguém mais pode desembaraçá-los. Mas quando se vive um clichê é como se fosse a primeira vez que acontece e não se sente pudor.”
– Umberto Eco

sem pudor.

do mesmo cara

11 ago

Do mesmo cara do post de antes. Meu lado potter falou mais alto, haha.